sábado, 1 de abril de 2017

SERRA DO NAVIO, AMAPÁ - Uma cidade criada em 1950 para abrigar trabalhadores de uma mineradora, tem um paraíso que nasceu de uma mina abandonada




CONHEÇA A CIDADE DE "SERRA DO NAVIO", AMAPÁ, BRASIL
CONHEÇA A FAMOSA "LAGOA AZUL" DE SERRA DO NAVIO, AP
A história da Lagoa Azul se mistura à criação da Serra do Navio e à atividade de exploração na década de 1950
A Amazônia é conhecida pelos rios, igarapés e cachoeiras. Mas, a maioria das pessoas nem imaginam que aqui existam lagoas de águas azul turquesa. A 208 quilômetros de Macapá, capital do Amapá, fica a Lagoa Azul, um paraíso que nasceu de uma mina abandonada. O lugar fica próximo à Vila Serra do Navio, cidade criada na década de 1950 para abrigar os trabalhadores de uma empresa de mineração.
A lagoa azul e o passado da história da Serra do Navio estão entrelaçados. De acordo com a prefeitura da cidade, a cor marcante da lagoa, em tom azul anil, acontece por conta dos minérios da região especialmente o carbonato de manganês. O lugar era uma mineração. Hoje é possível chegar até lá através de trilhas ou de carro. A região é cercada por uma floresta tropical.
O geólogo responsável pela perfuração da lagoa o Dr. Luiz Fabiano Laranjeira disse que é um mito a ideia de que a água é contaminada e imprópria para banho. De acordo com o geólogo, o que é encontrado na lagoa é grande concentração de sulfato e cloro, o que explica a coloração de águas que oscilam entre azul um turquesa e verde-água, o que nos dá a sensação de termos uma piscina natural tratada o tempo todo.
A lagoa possui aproximadamente 18 metros de profundidade e não possui nem peixes, nem outros seres comuns em lagoas. Novamente o geólogo explica: “o cloro torna o ph da água ácido. Isso não permite desenvolvimento de matéria orgânica, mas não as torna impróprias para banho”.
Quem aconselha a visita é Milena Sarge, praticante de stand up paddle. Ela utiliza a lagoa para praticar o esporte. "Eu adoro a lagoa azul. Acho paradisíaco, sei que ela é fruto de exploração, mas a natureza foi moldando. E lá é um ambiente tão agradável, transmite paz", disse Milena.
A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a empresa Indústria e Comércio de Minério (Icomi) resolveu construir uma cidade que pudesse abrigar seus empregados. 
Ela de fato não é uma cidade tradicional
O primeiro relato da presença de manganês no estado do Amapá veio de um relato do engenheiro Josalfredo Borges, a serviço do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em local indefinido às margens do rio Amapari. A mineração seria a base da economia e do desenvolvimento do território, ao invés da pesca e dos produtos tradicionais de extração, como a borracha ou a castanha. Em 1945, ele ofereceu um prêmio em dinheiro para quem fornecesse informações que levassem à identificação de depósitos de minério de ferro. Um comerciante ribeirinho chamado Mário Cruz levou pessoalmente ao interventor algumas pedras escuras e pesadas, que usara como lastro para seu barco, em busca da recompensa prometida. O material foi analisado na sede do DNPM no Rio de Janeiro, pelo engenheiro Glycon de Paiva, que constatou tratar-se de manganês de teor elevado.
O mesmo engenheiro foi à Serra do Navio analisar os depósitos e concluiu haver grande viabilidade comercial, mas recomendou que a exploração fosse feita por uma concessão única, que assim teria mais competitividade no mercado internacional. O interventor aceitou a recomendação de Paiva e convenceu o então presidente Gaspar Dutra a criar, por meio do decreto-lei 9.858/46, uma área de reserva nacional englobando todo o depósito de manganês e conferindo ao território a competência para prospectar e explorar, por meio de concessão. A brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério.
Além da área de exploração, foi concedida à empresa uma área adicional de 2.300 hectares para a construção de instalações industriais e estações ferroviárias, além de uma vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio e à vila dos trabalhadores do porto e da ferrovia, que começaram a ser construídas em janeiro de 1957 e ficaram prontas em 1959. Cada vila tinha 330 casas, alojamentos coletivos para solteiros, temporários e visitantes, e prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. A Vila de Serra do Navio foi dotada de ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI. No entanto, a reserva esgotou antes do tempo previsto e a empresa deixou o local. Com a saída definitiva da ICOMI e após a instalação do município, a sede passou a ser administrada pela prefeitura, e a administração da cidade tornou-se mais eficiente.
População estimada 2016 (1) - 5.025
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 7.713,046
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 0,56
Código do Município 1600055
Gentílico - serranavienses
Altitude 148,5 m
ORIGEM DO NOME DA CIDADE DE SERRA DO NAVIO, AP
Segundo os antigos moradores, que o rio que passa em frente à cidade, se observado via área, possui a forma de um navio.
Gentílico: serranavienses
HISTÓRICO DA CIDADE DE SERRA DO NAVIO, AP
Desmembrado do município de Macapá, Serra do Navio foi chamado inicialmente de Água Branca do Amapari e, posteriormente, Serra do Navio. 
Surgiu da necessidade de abrigar o contingente de moradores da periferia da Vila Operária da Icomi, com a finalidade de fomentar atividade agrícola de subsistência. 
Construída em plena floresta amazônica no final da década de 50 para início dos anos 60, planejada pelo arquiteto Oswaldo Bratke, a Serra do Navio configurou-se como uma verdadeira cidade de padrões modernos, com infraestrutura de saneamento básico, água tratada, energia elétrica, residências confortáveis, aliada a uma completa rede de atendimento sócio-cultural: escolas, hospital, cinema, áreas esportivas e recreativas dentre outras, tudo isto, sendo oferecido aos seus funcionários e dependentes, sob a administração da Industria de Comércio e Mineração - ICOMI. A Vila de Serra do Navio permaneceu com este aspecto de cidade-empresa até a autonomia político-administrativa, conquistada a 1º de maio de 1992.
A Vila de Serra do Navio foi tombada pelo IPHAN como Patrimônio Histórico nacional em 2012.
Uma curiosidade que pode explicar o nome da cidade é, segundo os antigos moradores, que o rio que passa em frente à cidade, se observado via área, possui a forma de um navio.
De acordo com dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a empresa começou um projeto ambicioso de implantação - nos moldes de muitas vilas que surgiram na Inglaterra durante a Revolução Industrial - de uma Company Town. Tratava-se de uma cidade dirigida e controlada por uma empresa, cuja economia era ligada a uma só atividade empresarial.
A cidade foi projetada pelo arquiteto brasileiro Oswaldo Arthur Bratke para abrigar os trabalhadores da Icomi. Bratke escolheu, pessoalmente, o lugar de implantação - a Serra do Navio - em uma região localizada entre os rios Araguari e Amapari. Ele também programou áreas de expansão futura da vila, projetando-as integradas ao traçado e ao sistema viário. Concebeu o projeto para uma cidade completa e autossuficiente, uma experiência precursora na Amazônia.
A experiência em Serra do Navio atraiu brasileiros de todos os estados, que se instalaram no Amapá. Entretanto, a reserva de minério se esgotou antes do previsto e a Icomi deixou a região no final da década de 1990. Em maio de 1992, a vila passou a ser sede do município de Serra do Navio.
A Lagoa Azul é uma das atrações mais visitadas na Serra do Navio, e é própria para um banho rápido. A cor azul anil é dada por conta dos minérios da região.
Serra do Navio desperta para o turismo - Ela de fato não é uma cidade tradicional. Para começar, Serra do Navio tem apenas 10 anos. Antes, ainda na condição de vila, foi organizada de forma metódica: as casas são todas coladas e iguais, formando blocos idênticos. Escolas, mercados e lojas seguem a mesma estrutura, nada com muita cor. À noite, a iluminação pública é pouca, só não é menor que o número de estabelecimentos que se vê aberto e de gente circulando pelas ruas. Até parece uma prima brasileira da obscura ilha de Lost.
Toda sua peculiaridade, porém, tem explicação. Localizada a 210 quilômetros de Macapá, na região central do Estado - portanto, área rica em manganês -, foi pensada e administrada pela Indústria e Comércio de Minérios S.A. (conhecida como Icomi) durante os quase 50 anos em que a empresa ficou por ali. Com este modelo de organização, cumpria muito bem a função de "cama e mesa" dos trabalhadores. Ninguém precisava sair de lá para nada - até médicos especialistas eram levados em casos graves - e uma sirene diária com função de toque de recolher mantinha a eficiência laboral.
Agora, quase 15 anos depois que a companhia deixou o local, há um esforço para que sua feição industrial ceda espaço para outras vertentes, e Serra do Navio começa a despertar para outras potencialidade. O turismo, por exemplo.
Famílias inteiras da capital já têm a cidade como opção para um fim de semana de descanso ou destino para feriados prolongados. Pela distância razoável, infraestrutura básica - há algumas pousadas, mas nada que fuja do básico, e áreas para camping -, mas sobretudo por sua beleza natural.
Trilhas pela mata nativa que contam com poços e quedas d’água pelo caminho são opção de passeio no Parque Municipal do Canção. Outras atrações dependem de sua sorte: pássaros coloridos e tucanos são comuns ali. Assim como o beija-flor-brilho-de-fogo, grande e avermelhado, exclusivo da região.
Pedindo informação, é possível encontrar o parque sozinho. Porém, um guia é opção mais recomendada, e a instrução para chegar até um é simples assim: vá na prefeitura e procure o Janildo Almeida, secretário de turismo. Deixe o resto por conta dele.
No verão ou no inverno, a sensação de abafamento ganha alívio nas cachoeiras. Para alcançar a da Pedra Preta é preciso pegar um barquinho (cobra-se R$ 20 pelo trajeto) e em dez minutos se chega lá. árvores centenárias, com troncos e raízes gigantes, dão graça à panorâmica. O mesmo barco leva até a do Capivara, que durante o verão (época da seca) ganha altura impressionante. A distância, porém, é considerável: são 2 horas navegando.
Com profundidade de até 80 metros, a Lagoa Azul convida para um mergulho, antes ou depois do piquenique. Sua coloração entre o azul-turquesa e o verde-água, em meio à sempre barrenta água dos rios, é de se admirar. E se quiser entender a razão, receberá centenas de explicações. Melhor, então, deixar na lista das peculiaridades da cidade.
Por Bruna Tiussu Serra do Navio, 03 (AE)
A Lagoa Azul eh também conhecida como Lago da Mina T4.
Os moradores da vila, dizem que a lama desta lagoa possui alguns efeitos terapêuticos contra reumatismos, artrites, problemas dermatológicos, entre outros.
COMO CHEGAR
Para chegar a vila de Serra do Navio, só mesmo de trem. O que torna o passeio muito mais emocionante. Por meio de uma estrada de terra, onde poucos carros conseguem passar, a lagoa de águas azul anil está cercada por árvores de diferentes espécies.
Durante o entardecer, é possível ver as rochas que formam o fundo da Lagoa Azul. Com certeza valerá a pena você vir passear nesta beleza natural do Amapá.
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE SERRA DO NAVIO, AMAPÁ

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



Fonte / Fotos = Wikipédia / portal do governo do Amapá / Thymonthy Becker / IBGE / Governo de Serra do navio, AP / 

AMAPÁ, AMAPÁ - Cachoeiras com grande volume de água, paisagens exuberantes e a Base Aérea usada Pelos Estados Unidos (USA) que eh um museu a céu aberto




CONHEÇA A CIDADE DE "AMAPÁ", AMAPÁ, BRASIL
Foto - Governo do estado do Amapá
População estimada 2016 (1) - 8.690 
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 9.167,617 
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 0,88 
Código do Município 1600105 
Gentílico - amapaense 
Prefeito 2017 / CARLOS SAMPAIO DUARTE
ORIGEM DO NOME
O nome do Município de Amapá, assim como o do Estado do Amapá, originou-se de uma espécie de árvore brasileira ou amazônica chamada amapazeiro, que possui um tronco volumoso, com cerca de um metro de diâmetro na base e casca espessa, por onde escorre um abundante leite branco conhecido como "leite de Amapá".
Gentílico: amapaense 
HISTÓRICO DA CIDADE DE AMAPÁ, AMAPÁ
Em 1615, reunidos sob a mesma bandeira, portugueses e espanhóis expulsaram os franceses do Maranhão e voltaram seus esforços para a Amazônia e Guiana. Francisco Caldeira Castelo Branco atingiu o Pará e fundou o fortim do Presépio, a 12 de janeiro de 1616, posto avançado contra invasões de holandeses, ingleses e franceses. Em 1647, Portugal, já desligado da Espanha, enviou Sebastião de Lucena Azevedo, que venceu os últimos grupos batavo-britânicos. Restavam ainda os franceses, alojados nas terras da Capitania do Norte, criada pela Corte de Madri, em 1637, em luta contra portugueses e brasileiros. 
As lutas se sucederam até que, em 14 de janeiro de 1808, o corpo de voluntários paraenses, comandado pelo Tenente-Coronel Manoel Marques, apossou-se da Guiana Francesa, só restituída a 27 de dezembro de 1817. 
Seguiram-se tempos de paz, até a descoberta das minas de Calçoene, pelos garimpeiros paraenses, naturais de Curuçá, Germano e Firmino em 1893. Nessa época reacenderam os problemas políticos de fronteira. O fato mais importante dessa disputa internacional foi, sem dúvida alguma, o desembarque de tropas francesas, a 15 de maio de 1895, na pequena vila de Amapá. Ao ato agressivo, reagiram os brasileiros, comandados por Francisco Xavier da Veiga Cabral, o Cabralzinho, repelindo a invasão. 
O fato levou as nações interessadas a colocar o problema pendente de solução nas mãos de árbitros e a escolha recaiu no Presidente da República Helvética. Em 21 de janeiro de 1901, após o laudo favorável de Berna, de 1° de dezembro de 1900, o governo brasileiro procurou organizar a região, com o nome de Território de Aricari. 
O Município originou-se da incorporação ao Estado do Pará de todo o antigo Contestado do Amapá, pelo Decreto n° 938, de 21 de janeiro de 1901. Pelo Decreto n.° 939, do mesmo mês e ano, foi criado o Território com denominação de Aricari, com duas circunscrições: Amapá e Cassiporé.
MENSAGEM DOS MORADORES DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Foto - Célia Favacho
A CIDADE DE AMAPÁ, AP 
O município de Amapá, que tem o nome do estado, está localizado ao norte do Estado, distante 312 quilômetros da capital. O acesso é por via terrestre, através da BR-156, além de marítimo e aéreo. A região é atendida regularmente por linhas de ônibus que partem de Macapá. Entre as atividades econômicas que se destacam está a pecuária, com ênfase para a criação de búfalos, e a pesca. 
O nome do município de Amapá, assim como o do Estado do Amapá, uma espécie de árvore brasileira (amazônica) chamada amapazeiro, que possui um tronco volumoso, um metro de diâmetro na base, casca espessa, por onde escorre um abundante leite branco: o leite de Amapá. Os frutos, em formato de maçã, são bastante saborosos, entretanto, é na farmacopeia que o leite do Amapá tem maior aproveitamento. É utilizado para combater diversos males, dentre os quais a tuberculose e problemas gastrintestinais. Antigamente era comercializado, embora em pequenas quantidades, até mesmo para o sul do país. 
MONUMENTO A CABRALZINHO, DEFENSOR DO AMAPÁ EM AMAPÁ, AP
Foto - Célia Favacho
CACHOEIRA GRANDE NO RIO AMAPÁ EM AMAPÁ, AP
Foto - Alan Kardec
TURISMO NA CIDADE DE AMAPÁ, AP / BASE AÉREA 
Uma boa opção de passeio em Amapá é a Base Aérea, usada pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, os restos de materiais e construções fazem com que o local seja uma espécie de museu a céu aberto. 
O município de Amapá também é acesso à Cachoeira Grande – apesar da proximidade, o local pertence ao município de Calçoene. O espaço oferece um banho de águas cristalinas e de paisagem exuberante. No inverno, a água corrente cobre as centenas de pedras, que no verão são vistas e servem de caminho para atravessar a cachoeira. 
ESTAÇÃO ECOLÓGICA NA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Foto - ?
BASE AÉREA DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Foto - Alan Kardec
RIO AMAPÁ GRANDE EM AMAPÁ, AP
Foto - Alan Kardec
BELEZA NATURAL DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
A estação ecológica das ilhas de Maracá e Jipioca, os rios Amapá Grande, Flexal, Tartarugal Grande e Tartarugalzinho, Cabo Norte, além dos lagos Duas Bocas, Comprido, Sacaisal, Pracuúba, Bom Nome e Lago Novo, são algumas paisagens paradisíacas do município. Mas não só de beleza natural vive o Amapá. 
Foto - ?
Foto - ?
RECURSOS NATURAIS DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
O município possui um rico acervo de recursos minerais com destaque para a cassiterita e a tantalita. No reino vegetal é farta a diversidade de florestas de árvores medicinais e para as indústrias de cosméticos e frutos como a andiroba, patuá e ucuúba, entre inúmeras outras de grande cotação no mercado internacional para a industria farmacêutica.A variada piscicultura natural tem atraído muitas indústrias pesqueiras (muitas delas atuando de forma clandestina e predatória) que vão a busca das delícias do tucunaré e do pirarucú.No litoral, banhado pelo Oceano Atlântico, saem na captura da gurijuba, uritinga, pirapema, melro, dourado e uma infinidade de outros pescados. 
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Anderson Souza 
INFRA-ESTRUTURA DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
O município de Amapá é dotado de água potável, energia elétrica 18 horas/dia. No setor de transporte, dispõe de 15 campos de pouso, além de uma histórica base aérea, que serviu de apoio aos americanos, durante a segunda Guerra Mundial e que está em recuperação para atender o setor de turismo. A distância aérea, média entre o município e a capital, é de 226 km. Por via marítima a distância é de 400 km e o tempo médio de viagem fica em torno de 72 horas. Está equipado com hospital público, pronto-socorro e postos de atendimento médico, além de toda a infra-estrutura necessária de uma cidade de médio porte. 
IGREJA CATÓLICA DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Foto - Célia Favacho
COMO CHEGAR NA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Via aérea - somente vôos fretados em aviões de pequeno porte; 
Via rodoviária - acesso através das rodovias BR-156 e BR-210 em ônibus interestaduais e transportes 
alternativos, que saem diariamente do Terminal rodoviário de Macapá (página 15). 
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Anderson Souza 
ONDE SE HOSPEDAR NA CIDADE DE AMAPÁ, AP
POUSADA DO LOURO HOTEL GALVÃO 
BR 156 - Balneário de Cachoeira Grande R. Guarani, 433 – Bairro Sete mangueiras 
POUSADA CACTUS HOTEL DO LOURO 
Rua Senador Lemos, 883 Rua Juscelino Kubitschek, 277 – Centro 
Tel: (96) 3421- 1419 Tel: (96) 3421- 1214 
HOTEL DO BROTO 
R. Juscelino Kubitschek, 374 – Centro 
Tel: (96)3421- 1331 
POUSADA NA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Foto - Célia Favacho
ONDE COMER NA CIDADE AMAPÁ, AP
RESTAURANTE SANTA EDWIRGES RESTAURANTE IRMÃO LEAL 
R. Juscelino Kubitschek Av. Guarani, 433 – A 
Tel: (96) 3421-1801 Tel: (96) 
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Anderson Souza 
ATRAÇÕES TURÍSTICAS DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
• MUSEU A CÉU ABERTO / BASE AÉREA DO AMAPÁ
localiza-se a 15 Km do município do Amapá. 
O início de sua construção data de 29 de outubro de 1941, por uma equipe de engenheiros, arquitetos, topógrafos e fotógrafos, sob o comando da Marinha Americana. A Base Aérea do Amapá constitui-se em grande importância para a história contemporânea do Ocidente. 
IGREJA CATÓLICA EM AMAPÁ, AP
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Governo do estado do Amapá
• CACHOEIRA GRANDE NA CIDADE DE AMAPÁ, AP
localizada na divisa dos municípios de Amapá e Calçoene, embora pertença ao município de Calçoene, é mais utilizada por moradores do Amapá, por estar mais próxima deste município. É formada por corredeiras sobre formações rochosas que culminam com uma precipitação de médio porte em forma de cascata. Excelente para o banho, devido suas águas cristalinas. 
CACHOEIRA GRANDE NA CIDADE DE AMAPÁ, AP
Foto - Célia Favacho
• BALNEÁRIO DO CALAFATE EM AMAPÁ, AP
localizado às margens do rio Calafate, exatamente na divisa com o município de Calçoene, apresenta várias corredeiras e é parada obrigatória para um delicioso banho. 
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Anderson Souza 
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Anderson Souza 
CALENDÁRIO DE EVENTOS DA CIDADE DE AMAPÁ, AP
• FESTIVAL DE CINEMA NACIONAL 
Nos meses de maio e outubro; 
• DIA DO CABRALZINHO 
Realizado em 15 de maio é o dia do grande herói do Amapá. Dado a relevância desse fato histórico para a própria história do Brasil, na cidade do Amapá comemora-se festivamente esta data; 
• FESTIVAL DA GURIJUBA 
A gurijuba é um peixe regional muito apreciado, a partir de sua carne são feitas várias iguarias que são comercializadas no festival; 
• AMAPÁ VERÃO 
É o lazer das férias, um evento em que acontecem vários shows artísticos e campeonatos esportivos; 
• FESTIVAL DO LEITE 
Realizado no mês de agosto, ocasião onde é exposta e comercializada grande quantidade de produtos derivados do leite e oriundos da pecuária local; 
• ANIVERSÁRIO DO MUNICÍPIO DO AMAPÁ 
No dia 22 de outubro realiza-se um festejo para comemorar a transformação do vilarejo em município, que é recebido com muita alegria pelo povo; 
• AGROPESC 
Onde acontece a Feira de Agronegócios, agropecuária e pesca, no mês de outubro, envolvendo todo o Estado com várias programações de artistas locais, competições, rodeios e escolha da Miss Agropesc.
COMUNIDADE DE SUCURIJU, AMAPÁ, AP
Foto - Anderson Souza 
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE AMAPÁ, AMAPÁ 
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE AMAPÁ, AMAPÁ

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte / Fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Governo do Estado do Amapá / Wikipédia / brasilcidade.com.br / Celiafavacho17.blogspot.com.br /